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sábado, 10 de outubro de 2009

RESIDENCIAL ZURICK


ESSE CONDOMÍNIO VERTICAL SERÁ ERGUIDO NA CIDADE DE MOSSORÓ, PELA CONSTRUTORA MASSAI, DE JOÃO PESSOA

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

WEST FLAT MOSSORÓ

O residencial WEST FLAT MOSSORÓ, o primeiro da cidade, será erguido pela construtota e incorporação EMBRAÇO, no bairro Nova Betânia, Mossoró, com 12 andares

terça-feira, 8 de setembro de 2009

RESIDENCIAL JOAQUIM BORGES

Esse residencial vai ser construido no bairro Costa e Silva, na cidade de Mossoró-RN, pela WSC-EMPREENDIMENTOS E CONSTRUÇÕES LTDA,

domingo, 30 de agosto de 2009

RESIDENCIAL LUCAS BENJAMIM - MOSSORÓ

Esse condominio vertical que será erguido em Mossoró foi lançado no mês de agosto de 2009.
FONTE: SITE WWW.HABITARRN.COM.BR

CONDOMÍNIO JOSÉ DIAS DA CUNHA




LANÇAMENTO: MÊS DE AGOSTO, NA CIDADE DE MOSSORÓ-RN










ACRÓPOLE - Mossoró


Um verdadiero bairro projetado. São 9 torres com 23 andares, que serpa erguido na Av. Presidente Dutra, no bairro Alto São Manuek, na cidade de Mossoró. Depois de construído, vai mudar totalmente arquitetura do bairro. Mossoroenses que estão residente em outras cidades há mais de 10 anos, ao chegar em sua própria cidade, com certeza, não aconhecerá. vai achar que está sonhando

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

HISTÓRIA DOS CASARÕES DO ASSU I

FONTE: BLOG DE JEAN LOPES

O Sobrado da Baronesa como ainda é chamado pelos assuenses, foi mandado construir por Manuel Lins Wanderley (Coronel Wanderley). Sua construção é anterior a 1825, data em que ele, Coronel Wanderley, casou-se com uma moça membro da antiga família Casa Grande. Sua filha Belisária Lins Wanderley de Carvalho e Silva, ali residiu quando casada com Felipe Neri de Carvalho e Silva (Barão de Serra Branca). Ela era assuense (faleceu em Natal em 1933 e está sepultada no Cemitério Público São João Batista, na cidade de Assu), Baronesa por ser casado com Felipe Nere, natural de Santana do Matos (RN). O decreto dando a Felipe o título de Barão, foi assinado em 19.8.1888, quando a Princesa Isabel governava o Brasil.
Dr. Luis Carlos Lins Wanderley (1831-1990), outro filho do Coronel Wanderley também residiu naquele casarão secular. Luiz Carlos foi o primeiro norte-riograndense a se formar em medicina e o primeiro romancista potiguar, publicando o romance intitulado "Mistério de Um Homem". Ainda foi poeta e, como jornalista dirigiu o jornal "Correio de Natal", além de ter sido deputado provincial, vice-presidente da provincia, chegando a governá-la em 1886. Teatrólogo, poeta, ganhou comendas como a Comenda de Cavalheiro da Ordem da Rosa e a Medalha da Ordem do Cruzeiro, por ter combatido na qualidade de médico a epidemia de febre amarela e cólera, no tempo do Império. Naquele sobrado também residiu o médico que foi intendente do Assu, deputado estadual, presidente da Assembléia Legislativa chamado Ezequiel Fonseca Filho, bem como funcionou ainda o escritório do seu então proprietário José Wanderley de Sá Leitão e a Cooperativa de Consumo do Assu (anos sessenta). Atualmente funciona a Casa de Cultura, do Governo do Estado.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

RESIDENCIAL FAUSTO GUILHERME - Mossoró


A maquete acima é do próximo residencial vertical mossoroense, com 20 andares, no bairro Alto São Manuel, que será erguido pela REPAV CONSTRUTORA.
Fonte: Site da REPAV

RESIDENCIAL ROSANIRA MIRANDA - Maquete

• Rua Duodécimo Rosado esquina com Velho Darico;
• 12 pavimentos;
• 06 Aptos por andar;
• Aptos de dois e três quartos sendo 01 suíte;
• 02 vagas de garagem 02 elevadores;
• Mini quadra de esportes;
• Playground;
• Piscina adulto e infantil;
• Churrasqueira;
• Espaço Fitness;
• Salão de Festas
• Espaço Kids;
• Espaco Ecumênico;
• Guarita elevada.
• Gerador;
Lançamento: Agosto/2009
FONTE: Site da HEPTA CONSTRUTORA

SPAZIO DI MÔNICO - MOSSORÓ

Spazio di Mônaco, em construção da cidade de Mossoró, localizado no bairro Nova Betânia, com duas torres, com 23 andares, com sua beleza, conforme mostra a maquete acima, vai ser um dos edifício mais bonito do Rio Grande do Norte

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

O MAIS ALTO DO MUNDO

O Taipei 101 é um dos prédios mais majestoso e atual recordista mundial – o maior edifício vertical do mundo-. O Taipei 101 se orgulha em mostrar sua arquitetura nobre e clássica para o mundo admirar. São aproximadamente 509 M, ou seja, um arranha -céu. O nome do edifício foi dado pela quantidade de andares.

Sua construção deu inicio em 1998 com um projeto da Taipei Financial Corporation e financiado por três grandes grupos de investidores, e utilizou mais de 12 empresas da construção civil para sua conclusão,

O Taipei 101 é o único edifico comercial a superar a barreira dos 1/2 de Km, marca incrível e que por um longo tempo não será batido, até a total conclusão do seu sucessor Shanghai World Financial Center que pretende superar a marca de 600 metros de altura.
taipei-101.jpg

Mas o Taipei 101 pode não continuar sendo o prédio mais alto do mundo por muito tempo. Empreiteiros da China afirmam que o Centro Financeiro de Shangai será o prédio mais alto do mundo, quando suas obras forem concluídas, em 2007.


A estrutura de aço e vidro apresenta magnitude, mas apesar do respeito muitos já se promoveram as custas dessa tal imponência que o Taipei 101 impõe. O aventureiro francês Alain Robert, conhecido como o Homem-Aranha escalou o prédio mais alto do mundo, em apenas 4 horas ele escalou todos os andares, o francês usou apenas cordas, pois o clima em Taipei se apresentava com muita chuva, mas isso não atrapalhou a aventura

Precedido por

Petronas Twin Towers
Informações
Localização Taipei, Taiwan
Status Completo
Construído 1999-2004
Altura
Até a Antena 509.2 m (1670.60 ft)
Até o telhado 449.2 m (1473.75 ft)
Até o Último Andar 439.2 m (1440.94 ft)
Detalhes Técnicos
Andares 101
Área 412,500m²
Custo US$1,758,000,000
Companhias
Arquiteto C. Y. Lee
Construtora KTRT Joint Venture
Proprietário Urban Retail Properties Co.






























EDIFÍCIO MAIS ALTO DO RN

De acordo com o site WIKIPÉDIA o edifício mais do Rio Grande do Norte trata-se do Mirante João Olímpio Filho é considerado um arranha-céu em fase de construção para uso residêncial na cidade de Natal, , sendo o maior arranha-céu do estado e o maior da Região Nordeste do Brasil.

O João Olímpio Filho está situado na Avenida Gustavo Cordeiro de Farias no bairro da Ribeira.

O empreendimento foi projetado para 43 pavimentos sendo: 04 destinados a vagas de garagem, 02 a áreas de lazer, 01 apartamento do tipo triplex e 34 pavimentos tipo apartamento individual, totalizando uma área de construção de 21.860,83m2. Os últimos andares, abrigam um apartamento triplex com cobertura e um terraço com heliponto.

EDIFÍCIO MAIS ALTO DO BRASIL

De acorco o site WIKIPÉDIA o prédio mais alto do Brasil é oMirante do Vale é um aranha-céu, actualmente é o 198º arranha-céu mais alto do mundo, e o maior do BRASI , com 170 metros (558ft). Edificado na cidade de S]AO PAULO , foi concluído em 1960 com 51 andares.

História

O Mirante do Vale localiza-se na região do Vale do Anhangabaú , possuindo acesso através de três portarias, uma na Avenida Prestes Maia e outra na Praça Pedro Lessa e mais uma na Rua Brigadeiro Tobias .

Seu antigo nome era Palácio Zarzur Kogan, em homenagem aos dois engenheiros que construiram o edifício. Após reforma em 1988 , seu nome foi trocado para o atual, porem como os dois Engenheiros construtores do Edifício ainda vivos, especula-se em retornar o nome antigo do prédio, o que dependerá de referendo dos proprietários das unidades vendidas no codomínio, segundo fontes da administração atual.

É possível ter uma visão aérea do Mirante do Vale, visitando o observatório da torre do BANESPA ou ainda no Terraço Itália , locais de onde é evidente que mesmo mais alto parece ser mais baixo, também pode ser visto de perto no Vale do Anhangabaú, Viaduto do Chá e no Viaduto Santa Ifigênia , este último está bem de frente ao edifício. Em algumas épocas após sua finalização o edifício teve a estrutura de concreto vazada no seu topo ocupada por grandes painéis luminosos de diversas marcas dentre as quais destacaram-se: FANTA, SHARP ENTRE OUTRAS .

A IMPORTÂNCIA DO ARQUITETO


Qual a importância do arquiteto?

Sua importância está na habilidade que ele desenvolveu no sentido de criar espaços adequados às várias atividades que os seres humanos realizam ao longo de suas vidas.

Um espaço adequado é aquele que possui dimensões aptas à função que o ambiente serve; é aquele onde a luz e a cor dos vários materiais que o compõem colaboram para sua eficiência; onde as próprias superfícies dos elementos, em suas texturas, despertam uma sensação agradável tanto visual quanto ao tato; a temperatura do espaço, a qual pode ser controlada não só pela escolha dos materiais construtivos como pelo uso de plantas, que amenizam o calor e embelezam o lugar, também é fator contributivo. Até mesmo os odores e o som devem ser levados em consideração e podem ser de antemão planejados pelo arquiteto.


Desta forma, o papel deste profissional é seguramente de fundamental importância para a sociedade, pois em suas mãos está a missão de criar os “cenários” onde transcorrerão as várias ações humanas, desde o nascimento, sendo ele o projetista de maternidades, até a morte, como o idealizador de mausoléus. Entre estes dois momentos, o arquiteto produzirá as escolas para a educação, as praças e shoppings para o lazer e recreação, os ginásios para a prática esportiva e até mesmo os restaurantes e motéis para os momentos românticos.

Não há como negar o valor do arquiteto, o qual vem sendo confirmado desde os tempos mais remotos, primeiramente apenas como funcionário dos reis e nobres, como Inhotep o foi do faraó Zosér e Ledoux do rei Luis XVI. Há cerca de um século, estes profissionais têm se dedicado mais a outros grupos da população, embora ainda se perceba que muito falta para que os arquitetos alcancem um maior contato com os cidadãos financeiramente mais carentes.

Além de criar espaços internos adequados, o arquiteto também tem como meta a elaboração de edifícios cujo volume desperte a atenção das pessoas por causa de seu formato e das relações de proporção entre os elementos que o constituem. Janelas, portas, vigas, pilares, etc. devem se unir formando um todo harmônico que leva a edificação a assumir o papel não de simples construção, mas de obra de arte, ou como diria Goethe, música congelada.

O papel do arquiteto, pelo que foi descrito acima, é muito importante, afinal de contas, apesar do meio onde as pessoas vivem não ser o único fator que as mude qualitativamente, posto que isto também é fruto de seus próprios esforços, não se pode negar a influência que os espaços bem projetados exercem sobre tal melhoria do ser humano e sua vida.

André Souza.

Este artigo serviu como material de divulgação da loja Flamma Luminárias em 2005.
FONTE: SITE ISTMO ARQUITETURA

terça-feira, 4 de agosto de 2009

PRÉDIO SIMPLES, PORÉM, BELÍSSIMO


Esse prédio é realmente simples, porém, belíssimo. Localizado na Avenida Felipe Camarão, bairro da Paraíba, Mossoró.

EDIFÍCIO DE J.P. SOUSA

Esse foi o segundo prédio mossoroense com seis andares, o primeiro foi o Hotel Imperial. Fica localizado na Rua José de Alencar, bairro da Paraíba

EDIFÍCIO DO EXTINTO BANCO MOSSORÓ

Esse foi o primeiro edifício mossoroense com quatro andares, construído na década de 60 e 1989 ganhou o quinto andar. Fica localizado na Rua Cel Idalino de Oliveira, no cento da cidade de Mossoró

terça-feira, 28 de julho de 2009

PRÉDIO É CONSTRUÍDO EM PAU DOS FERROS-RN, NO FORMATO DE NAVIO





















Não se trata de uma construção moderna. É um prédio comum, erguido com o mesmo material que se constrói uma casa. O que o torna diferente é o formato de uma âncora de navio pesando mais de uma tonelada fixado na frente.

O Titanic Center é um futuro endereço comercial que, mesmo antes de ser concluído, já chama atenção de quem passa pela Rua Manoel Alexandre, bairro Princesinha do Oeste, nas margens da BR-405, em Pau dos Ferros.
O Centro Comercial, que terá uma farmácia, um laboratório e dez salas, com dois ambientes, para funcionar escritórios, pertence ao analista clínico José Cleodécio Chagas de Oliveira, que quer inaugurar a obra antes do final do ano.
Não se trata de uma estrutura do tamanho do Titanic, que tinha 269 metros de comprimento, 54 metros de altura, 28 de largura e pesava 46.328 toneladas. Tem menos de 30 de comprimento, 20 de largura e apenas dois andares.
O investimento total será de aproximadamente R$ 350 mil, somente para erguer o prédio, que fica localizado numa das regiões mais caras do município. "Um metro linear de terra nesta área custa em média R$ 6 mil e não tem", revela Cleodécio.
O projeto inicial não previa intencionalmente uma estrutura parecendo um navio. A estrutura foi projetada conforme o formato do terreno. "Depois que a estrutura ganhou forma, as pessoas ficaram dizendo que parecia com um navio", conta.
"Como sei que a voz do povo é a voz de Deus, imediatamente já entrei em contato com o arquiteto Laucivan de Sousa para readaptar o projeto para um formato de um navio, com detalhes de luz, ancora e tudo que fosse necessário", diz.
A obra está com 70% de seu total. As paredes já foram erguidas. As salas já estão recebendo o reboco e a cerâmica. "Falta pintura, que será especial para parecer ainda mais com um navio, instalações elétricas e hidráulicas", conta.
Quando esta parte estiver pronta, o empresário disse que muitas das salas comerciais para escritório já vão estar reservadas. "É um ponto privilegiado e uma estrutura diferenciada, sem deixar de lado o conforto", descreve.
O empresário disse ainda que já viajou muito pelo País e ainda não viu uma obra com o formado de um navio. "Mas não foi minha intenção ser o primeiro. Ocorre que a situação gerou este quadro e que gostei e resolvi encarar de frente", diz.

VALORIZAÇÃO
A valorização dos terrenos onde está sendo construído o Titanic Center é em decorrência da Presença do Campos da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), Hospital Regional e do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN).

FONTE: JORNAL DE FATO, EDITADO NA CIDADE DE MOSSORÓ-RN, EDIÇÃO DO DIA 28/07/2009(TERÇA-FEIRA)

sábado, 25 de julho de 2009

NOVA ARQUITETURA MOSSOROENSE


Mossoró nos últimos dez anos teve uma radical transformação em todos os aspectos, principalmente no que diz respeito a verticalização, com vários edíficos acima de dez andares. Nossa querida e amada cidade de Santa Luzia querendo conquistar o jeito de capital. Falta pouco. Quem ama Mossoró quer vê-la nas alturas. Já temos prédio com 23 pavimentos e encontra-se em construção, um com 28 andares. MOSSORÓ EU TE AMO.

PRÉDIO MAIS ALTO DE MOSSORÓ EM 1986

Em 1986 a arquitetura antiga mossoroense começar a receber uma nova. Naquele ano era inaugurado p edifício mais alto da cidade, o Hotel Imperial, na Rua Idalino Oliveira, no Centro, com seis andares

CÂMARA MUNICIPAL DE SEVERIANO MELO - 2005/2008

MOSSORÓ ANTIGA - Fonte: Coluna do conceituado jornalista EMERY COSTA, no Jornal O MOSSOROENSE, edição de 26/7/09

Não fosse pelo prédio ainda hoje sede da Rádio Rural, talvez nós nem identificássemos a paisagem. Mas, efetivamente, o que estamos vendo aí é uma foto da praça Vigário Antônio Joaquim e presumivelmente do ano de 1940. O único edifício preservado até hoje nesse enfoque, repito, é o da Rádio Rural de Mossoró. Ao seu lado onde hoje é a sede da Câmara Municipal era o chamado na época de bangalô Delfino Freire, um ricaço da época aqui em Mossoró. Na esquina, na outra ponta, está o prédio da antiga Recebedoria de Rendas, hoje pertencente à Coletoria Estadual. Na praça Vigário Antônio Joaquim alguém trajando um vestido da época, o caramanchão e as plantas todas elas cercadinhas. Os postes eram bem de acordo com o estilo de antigamente. Isso tudo mudou demais. E se nós estamos no ano de 1940, então lá se vão... 69 anos no túnel do tempo da História mossoroense.

terça-feira, 21 de julho de 2009

ESTÁTUA DA LIBERDADE - MOSSORÓ-RN


A Estátua da Liberdade fica na Praça da Redenção, em frente ao prédio da União Caixeiral. Foi inaugurada no dia 30 de setembro de 1904, por iniciativa do dr. Sebastião Fernandes de Oliveira, na época promotor de Justiça de Mossoró, sendo o mesmo o orador oficial da solenidade, proferindo vibrante discurso na ocasião.

O escultor da obra foi Francisco Paulino da Silva, um mestre do cimento que já havia executado várias obras em Mossoró. Na ocasião, Mossoró comemorava os 21 anos da liberação dos escravos em território mossoroense, que havia acontecido cinco anos antes da liberação oficial em território brasileiro.

domingo, 12 de julho de 2009

ARQUITETURA ATUAL APODIENSE

Apodi nos últimos anos vem mudando sua arquitetura, deixando de ser uma cidade totalmente proviciana para a modernidade, com novos edifícios, como é o caso do prédio das Lojas Potiguar, do empresário Erinaldo Pinto, na Rua Margarida de Freitas, a principal da cidade que está quase totalmente modificada. Quem conhece Apodi há 30 anos atrás sabe como a cidade se modificou, tanto horizotal, como, aos poucos, verticamente. Já temos dois prédios com quatro andares, cinco com três pavimentos e está em construção o edifício mais alto da cidade, obra do empresário José Maria da Silva. localizado na Rua Padre João da Cunha, no bairro Lagoa Seca, ao lado do atual mais alto, o edifício Lagoa Seca, com cinco pavimentos.
Tomei conhecimento que varios empresários estão elaborando um projeto de um edifício de dez andares

quarta-feira, 6 de maio de 2009

ARQUITETURA VERTICAL MOSSOROENSE

Residencial Governador Dix-sept Rosado, na avenida do mesmo nome, na minha querida e amada cidade de Mossoró, com 18 pavimentos
Residencial FIRINZE, no bairro Nova Betânia, em Mossoró é o edifício mais alto da cidade, com 23 pavimentos. Encontra-se em fase de acabamento




Prédio mais alto de Mossoró - PORTO ASTURAS, com 28 andares, em construção, no bairro Nova Betânia




domingo, 26 de abril de 2009

O QUE É ARQUITETURA?

QUE É ARQUITETURA?
arquitertura é uma das artes mais antigas do mundo
Definir o que seja Arquitetura, tal como ela significa na atualidade, é como tentar fazê-lo para as demais artes, técnicas ou ciências, pois, em um mundo complexo e sujeito a mudanças tão aceleradas, a dinâmica da vida torna indispensável um constante reexame do pensamento teórico e prático. Entretanto, há um notável consenso sobre a definição dada a seguir, conforme foi sugerida já em 1940 pelo Arquiteto e Urbanista Lúcio Costa (1902-1998):

"Arquitetura é antes de mais nada construção, mas, construção concebida com o propósito primordial de ordenar e organizar o espaço para determinada finalidade e visando a determinada intenção. E nesse processo fundamental de ordenar e expressar-se ela se revela igualmente arte plástica, porquanto nos inumeráveis problemas com que se defronta o arquiteto desde a germinação do projeto até a conclusão efetiva da obra, há sempre, para cada caso específico, certa margem final de opção entre os limites - máximo e mínimo - determinados pelo cálculo, preconizados pela técnica, condicionados pelo meio, reclamados pela função ou impostos pelo programa, - cabendo então ao sentimento individual do arquiteto, no que ele tem de artista, portanto, escolher na escala dos valores contidos entre dois valores extremos, a forma plástica apropriada a cada pormenor em função da unidade última da obra idealizada."

"A intenção plástica que semelhante escolha subentende é precisamente o que distingue a arquitetura da simples construção."

"Por outro lado, a arquitetura depende ainda, necessariamente, da época da sua ocorrência, do meio físico e social a que pertence, da técnica decorrente dos materiais empregados e, finalmente, dos objetivos e dos recursos financeiros disponíveis para a realização da obra, ou seja, do programa proposto."

"Pode-se então definir arquitetura como construção concebida com a intenção de ordenar e organizar plasticamente o espaço, em função de uma determinada época, de um determinado meio, de uma determinada técnica e de um determinado programa."

COSTA, Lúcio (1902-1998). Considerações sobre arte contemporânea (1940). In: Lúcio Costa, Registro de uma vivência. São Paulo: Empresa das Artes, 1995. 608p.il.

O QUE É ARQUITETO?

Arquiteto é um profissional de formação superior, e reconhecido pelo Ministério do Trabalho de acordo com a Lei Federal nº 5184/1966.

Sua formação se dá através dos cursos de arquitetura e urbanismo que tem duração de cinco anos, onde são abordados temas com, história da arte, história da arquitetura e do urbanismo, representação gráfica, informática, resistência dos materiais, construção, planejamento urbano, projeto de edificações, conforto ambiental, paisagismo, arquitetura de interiores, entre outros.

No Brasil, as primeiras escolas de arquitetura originaram-se nos cursos de Belas Artes (Rio de Janeiro) e engenharia (São Paulo). Atualmente existem mais de 140 escolas e cursos de arquitetura espalhados pelo Brasil.

O QUE FAZ UM ARQUITETO?

A formação do arquiteto possibilita atuação em várias áreas.

Essa habilitação é expressa pela Lei Federal 5194/1966 e pela resolução 218/1973 que determinam as atribuições do arquiteto e urbanista, com as especificações de serviços que podem executar cabendo ao arquiteto as seguintes atividades referentes a edificações, conjuntos arquitetônicos e monumentos, arquitetura paisagística e de interiores; planejamento físico, local, urbano e territorial, e serviços afins e correlatos:
Supervisão, coordenação e orientação técnica.
Estudo, planejamento, projeto e especificação. Assistência, assessoria e consultoria.
Direção de obra e serviço técnico. Vistoria, perícia, avaliação, arbitramento, laudo e parecer técnico.
Desempenho de cargo e função técnica.
Ensino, pesquisa, analise, experimentação, ensaio e divulgação técnica e extensão.
Elaboração de orçamento.
Padronização, mensuração e controle de qualidade.
Execução de obra e serviço técnico.
Fiscalização de obra e serviço técnico.
Produção técnica e especializada.
Condução de equipe de instalação, montagem, operação, reparo ou manutenção.
Execução de instalação, montagem e reparo.
Operação e manutenção de equipamento e instalação.
Execução de desenho técnico.

O trabalho do arquiteto pode se iniciar já na escolha do terreno para a implantação do projeto, com parecer sobre localização, legislações edílicas e urbanas, aspectos ambientais e topográficos, entre outras, que possibilitem analises preliminares de viabilidade do projeto.

A seguir, existe uma etapa de montagem e aferição de programa preliminar a ser desenvolvido, juntamente com o cliente, e o estudo da legislação incidente no terreno e na edificação.

Com esses dados e a definição do terreno inicia-se a fase do projeto, com as seguintes etapas:

Estudo PreliminarEstudo do problema para determinação da viabilidade de um programa e do partido a ser adotado.

Anteprojeto ou Projeto Pré ExecutivoSolução Geral do problema com a definição do partido adotado, da concepção estrutural e das instalações em geral possibilitando clara compreensão da obra a ser executada.

Projeto LegalDesenhos e textos exigidos por leis, decretos, portarias ou normas e relativos aos diversos órgãos públicos ou concessionárias, os quais o projeto legal deve ser submetido para análise e aprovação.

Projeto Básico (opcional)Solução intermediário do Projeto Executivo Final, que contém representação e informações técnicas da edificação que possibilitem uma avaliação de custo, já compatibilizadas com os projetos das demais atividades projetuais complementares.

POR QUE CONTRATÁ-LO?

Esta carta do Arquiteto João Batista Vilanova Artigas ilustra de maneira clara a importância da contratação de um arquiteto.

Carta ao cliente

Confesso que não me assustei muito ao ler sua carta contando o resultado da conferência para autorização de um projeto para o São Lucas. Estas coisas acontecem sempre porque, por falta de costume, quem constrói, nem sempre avalia o plano de como deveria fazê-lo. Se eu insisto em aconselhá-lo mais uma vez para que consiga um arquiteto para dirigir os trabalhos de seu hospital, não é somente porque desejo muito trabalhar para um hospital modelo, mas porque, e principalmente porque, não posso crer que uma obra, da importância da sua, possa nascer sem estudo prévio. É vezo brasileiro fazer as coisas sem plano inicial perfeitamente elaborado; quando se pergunta sobre como ficarão estes e aqueles pormenores, a resposta é sempre a mesma: Ah! Isso depois, na hora, veremos.

Assim fazem-se as casas, os prédios, as cidades; nesse empirismo vive a lavoura, a indústria e o próprio governo. O planejamento, mercadoria altamente valorizada em todo mundo para qualquer realização, não encontrará entre nós o ambiente propício enquanto nós moços não nos capacitarmos da sua necessidade imprescindível. Poderia continuar conversando com você sobre a grande vantagem de planejar com antecedência, até amanhã, sem esgotar todos os argumentos e provavelmente terminaria por dizer que é até demonstração de patriotismo e inteligência. Mas com isso não convenceríamos ninguém; talvez muito mais vantajoso seria confinar a discussão entre os limites das vantagens particulares, individuais de aplicar o método. Então vejamos. A pergunta é sempre a mesma; -"que vantagem poderíamos ter em gastar CR$ 65.000,00 em um projeto somente? O projeto não é o prédio; muito pelo contrário, somente uma despesa a mais! Contratando a construção o projeto viria de graça, feito pelo próprio construtor e nós economizaríamos 5% sobre o valor do prédio. Com esses 5%, no caso de querermos gastá-lo, até poderíamos melhorar algumas condições do edifício; enriquecer alguns materiais etc..."

Garanto que os argumentos acima lhe foram expostos mais de uma vez. São os que sempre vejo empregados em ocasiões dessas e nunca mudam. São também os mais fáceis de rebater e os menos inteligentes.

Senão vejamos: "...O projeto sempre custa alguma coisa. O construtor que o fizer terá, sem dúvida que empregar engenheiros e desenhistas para isso. Terá de empregar gente para calcular concreto, para calcular aquecimento, eletricidade, etc... O construtor cobrará essa despesa do proprietário através da comissão para a construção. Tanto isso é verdade que, se você apresentar aos construtores um projeto completamente pronto, ele cobrará percentagem menor para a construção porque dirá, "não terei despesas no escritório". Suponhamos que a taxa de honorários para a construção seja de 10 a 12%, inclusive o projeto. Se você der o projeto, encontrará quem lhe faça por 6 ou 8%. Daí você conclui que o projeto que você pagou ao arquiteto 5%, já representa nessa ocasião somente 1% ou 2% a mais do que o preço geralmente previsto.

Mas eu desejo provar que o plano geral, feito com antecedência, é economia e não despesa. Então vamos continuar. Ninguém pode negar, nenhum construtor, nenhum cliente, que o projeto feito pelo técnico, contém em si uma previsão maior dos diversos detalhes do que o projeto rabiscado pelo construtor e verificado pelo proprietário. Faça uma experiência. Tome um plano que esteja em início de construção e pergunte a quem o dirige: por onde passam os canos de aquecimento? Por onde passam os canos de esgoto? O senhor vai fazer antes isso ou aquilo? Garanto que não sabem.

Responderão: "provavelmente passarão por aqui ou ali, farei isto ou aquilo antes. Se na ocasião de executar um serviço, verificar-se um contratempo qualquer, um cano que não pode passar porque tem uma porta, um esgoto vai ficar aparecendo no andar de baixo; o construtor resolve em função do problema, no momento. Ele dá voltas com o cano ou faz um forro falso para esconder o esgoto que iria aparecer em baixo. Entretanto se isso tivesse sido previsto, não precisaria de forro falso ou qualquer outra coisa. No papel, teria sido procurada e encontrada a solução mais econômica, para o caso, a mais bonita.

Consulte um construtor experimentado ou alguém que já tenha construído e todos serão unânimes em contar-lhe pequenas calamidades que apareceram. Eu já ouvi diversas vezes, por exemplo: "Quando colocamos as fundações no terreno nós vimos que o quarto ficaria enterrado. Então levantamos as fundações mais cinqüenta centímetros para dar certo. Por isso deu uma escada na entrada e ficou com um porão, etc... Se você calcular quanto mais caro ficou a imprevisão, você verá a vantagem de ter um projeto estudado. O arquiteto teria dado uma disposição diferente nos cômodos de maneira que o tal quarto não ficasse enterrado, sem ter que aumentar as fundações e assim economizaria o dinheiro com o qual se faria pagar.

Se o proprietário não ganhasse nada, ainda teria para si uma solução melhor e um motivo para valorizar seu imóvel. O construtor por exemplo não projetaria as instalações elétricas. Ele chamaria um instalador "prático" e o homem disporia a coisa à sua vontade. Usaria os canos que ele quisesse e os fios que achasse melhores. Bem curioso, não é ? Poucos entendem disso e ninguém iria fiscalizar o homem. Acontece, porém que os fios, quando são fios demais em relação à corrente que transportam, dão muitas perdas, e essas se traduzem em despesa mensal maior de energia para você durante os 50 ou 100 anos de funcionamento do hospital; assim você pagaria 100 vezes um bom projeto de distribuição de eletricidade. Estou apenas repetindo casos cotidianos.

Do funcionamento do hospital ainda mais, o construtor provavelmente não entende e nem terá tempo suficiente para estudar. Ele não é especializado em hospitais porque isto é Brasil e depois não estudam porque não é o seu métier. Ora, assim sendo, ele vai confiar em você. Você conhece hospitais já feitos e em funcionamento, como hospitais, não como construções. Os seus preconceitos, a respeito, o construtor repetirá com o dinheiro de seu bolso. As soluções que, para alguns casos que você viu, são soluções econômicas poderão constituir soluções caríssimas, no seu caso. Rematando, sua casa de saúde não teria o melhor aspecto porque faltou um artista.

Arquitetura, é construção e arte. Arte. Arte não tem livro de regulamento que ensine. Nasce dentro de cada um e desenvolve-se como conjunto de experiências. Procure um homem que possa das à sua casa de saúde, além das características de um hospital eficiente pelo perfeito planejamento das diversas sessões, um valor artístico indiscutível.

O valor artístico é um valor perene, enorme, inestimável. É um valor sem preço e sem desgaste. Pelo contrário, aumenta com os anos à proporção que os homens se educam para reconhecê-lo. O valor artístico subsiste até nas ruínas. Os anos correm e desgastam o material, enquanto valorizam o espiritual.

Com a consciência limpa termino minha proposta. Está em suas mãos a responsabilidade de decidir entre os caminhos. De um lado eu me coloco, não só, mas como representante dos arquitetos brasileiros, defendendo a economia, a ordem e acima de tudo, o futuro. De outro lado, o empirismo, a reação, a imprevisão.

Qualquer solução que você venha a dar não mudará as relações entre nós, nem sua opinião futura sobre o que acabo de escrever. Se o prédio for bom, bem projetado, bem planejado, por um bom arquiteto, você gostará, todos gostarão; se ele não prestar, se custar muito, se não funcionar, ser for feio ou sem personalidade, sem valor artístico, sem plano nenhum, o resultado será o mesmo. Em todos os dois casos você adquirirá experiência e acabará por trabalhar sempre do meu lado e com os meus argumentos. Nós venceremos sempre como eu queria demonstrar.

Pague pois o que eu pedi. É pouco em relação às vantagens futuras. Ou não pague, e as vantagens serão as mesmas, para a sociedade evidentemente, não para você.

Com um abraço afetuoso do amigo certo,

Vilanova ArtigasSão Paulo, julho de 1945

Carta retirada do livro Vilanova Artigas Série Arquitetos Brasileiros, paginas 49, 51 e 52

COMO CONTRATAR UM ARQUITETO?

O arquiteto freqüentemente trabalha em equipe, responsável pelo desenvolvimento do serviço a ser contratado.

Na contratação do arquiteto, é necessário a existência de um contrato e/ou uma proposta com aceite-se; onde deve estar discriminado uma serie de informações:
O objeto do serviço A localização do objeto O escopo do serviço As etapas do serviço, cronograma e prazos de entrega do serviço O valor e a forma de pagamento do serviço Eventuais procedimentos de reajuste Multas e encargos por não cumprimento ou interrupção do serviço
Serviços não inclusos.

O IAB-SP fornece a seus associados um contrato padrão como referência para uso.

Valores

A remuneração do arquiteto pode se dar de duas maneiras:

Valor de horas gastas pelo custo homem/hora

Custo proporcional ao valor estimado da obra

O Instituto de Arquitetos do Brasil recomenda a utilização do custo proporcional ao valor estimado da obra, por ser uma alternativa comumente utilizada no mundo todo e representar equivalentemente um valor proporcional ao serviço a ser executado.

O IAB disponibiliza a seus associados um Tabela de Honorários como referência a ser utilizada com respectivo, o serviço a ser cumprido.

O PROJETO DE ARQUITETURA

O projeto arquitetônico é uma das etapas de um projeto de edificações, definido por uma norma brasileira da ABNT, especificamente, a NBR 13.531 e NBR 13.532.

Essas normas especificam muito bem o serviço do arquiteto.QUE É ARQUITETURA?
Definir o que seja Arquitetura, tal como ela significa na atualidade, é como tentar fazê-lo para as demais artes, técnicas ou ciências, pois, em um mundo complexo e sujeito a mudanças tão aceleradas, a dinâmica da vida torna indispensável um constante reexame do pensamento teórico e prático. Entretanto, há um notável consenso sobre a definição dada a seguir, conforme foi sugerida já em 1940 pelo Arquiteto e Urbanista Lúcio Costa (1902-1998):

"Arquitetura é antes de mais nada construção, mas, construção concebida com o propósito primordial de ordenar e organizar o espaço para determinada finalidade e visando a determinada intenção. E nesse processo fundamental de ordenar e expressar-se ela se revela igualmente arte plástica, porquanto nos inumeráveis problemas com que se defronta o arquiteto desde a germinação do projeto até a conclusão efetiva da obra, há sempre, para cada caso específico, certa margem final de opção entre os limites - máximo e mínimo - determinados pelo cálculo, preconizados pela técnica, condicionados pelo meio, reclamados pela função ou impostos pelo programa, - cabendo então ao sentimento individual do arquiteto, no que ele tem de artista, portanto, escolher na escala dos valores contidos entre dois valores extremos, a forma plástica apropriada a cada pormenor em função da unidade última da obra idealizada."

"A intenção plástica que semelhante escolha subentende é precisamente o que distingue a arquitetura da simples construção."

"Por outro lado, a arquitetura depende ainda, necessariamente, da época da sua ocorrência, do meio físico e social a que pertence, da técnica decorrente dos materiais empregados e, finalmente, dos objetivos e dos recursos financeiros disponíveis para a realização da obra, ou seja, do programa proposto."

"Pode-se então definir arquitetura como construção concebida com a intenção de ordenar e organizar plasticamente o espaço, em função de uma determinada época, de um determinado meio, de uma determinada técnica e de um determinado programa."

COSTA, Lúcio (1902-1998). Considerações sobre arte contemporânea (1940). In: Lúcio Costa, Registro de uma vivência. São Paulo: Empresa das Artes, 1995. 608p.il.

O QUE É ARQUITETO?

Arquiteto é um profissional de formação superior, e reconhecido pelo Ministério do Trabalho de acordo com a Lei Federal nº 5184/1966.

Sua formação se dá através dos cursos de arquitetura e urbanismo que tem duração de cinco anos, onde são abordados temas com, história da arte, história da arquitetura e do urbanismo, representação gráfica, informática, resistência dos materiais, construção, planejamento urbano, projeto de edificações, conforto ambiental, paisagismo, arquitetura de interiores, entre outros.

No Brasil, as primeiras escolas de arquitetura originaram-se nos cursos de Belas Artes (Rio de Janeiro) e engenharia (São Paulo). Atualmente existem mais de 140 escolas e cursos de arquitetura espalhados pelo Brasil.

O QUE FAZ UM ARQUITETO?

A formação do arquiteto possibilita atuação em várias áreas.

Essa habilitação é expressa pela Lei Federal 5194/1966 e pela resolução 218/1973 que determinam as atribuições do arquiteto e urbanista, com as especificações de serviços que podem executar cabendo ao arquiteto as seguintes atividades referentes a edificações, conjuntos arquitetônicos e monumentos, arquitetura paisagística e de interiores; planejamento físico, local, urbano e territorial, e serviços afins e correlatos:
Supervisão, coordenação e orientação técnica.
Estudo, planejamento, projeto e especificação. Assistência, assessoria e consultoria.
Direção de obra e serviço técnico. Vistoria, perícia, avaliação, arbitramento, laudo e parecer técnico.
Desempenho de cargo e função técnica.
Ensino, pesquisa, analise, experimentação, ensaio e divulgação técnica e extensão.
Elaboração de orçamento.
Padronização, mensuração e controle de qualidade.
Execução de obra e serviço técnico.
Fiscalização de obra e serviço técnico.
Produção técnica e especializada.
Condução de equipe de instalação, montagem, operação, reparo ou manutenção.
Execução de instalação, montagem e reparo.
Operação e manutenção de equipamento e instalação.
Execução de desenho técnico.

O trabalho do arquiteto pode se iniciar já na escolha do terreno para a implantação do projeto, com parecer sobre localização, legislações edílicas e urbanas, aspectos ambientais e topográficos, entre outras, que possibilitem analises preliminares de viabilidade do projeto.

A seguir, existe uma etapa de montagem e aferição de programa preliminar a ser desenvolvido, juntamente com o cliente, e o estudo da legislação incidente no terreno e na edificação.

Com esses dados e a definição do terreno inicia-se a fase do projeto, com as seguintes etapas:

Estudo PreliminarEstudo do problema para determinação da viabilidade de um programa e do partido a ser adotado.

Anteprojeto ou Projeto Pré ExecutivoSolução Geral do problema com a definição do partido adotado, da concepção estrutural e das instalações em geral possibilitando clara compreensão da obra a ser executada.

Projeto LegalDesenhos e textos exigidos por leis, decretos, portarias ou normas e relativos aos diversos órgãos públicos ou concessionárias, os quais o projeto legal deve ser submetido para análise e aprovação.

Projeto Básico (opcional)Solução intermediário do Projeto Executivo Final, que contém representação e informações técnicas da edificação que possibilitem uma avaliação de custo, já compatibilizadas com os projetos das demais atividades projetuais complementares.

POR QUE CONTRATÁ-LO?

Esta carta do Arquiteto João Batista Vilanova Artigas ilustra de maneira clara a importância da contratação de um arquiteto.

Carta ao cliente

Confesso que não me assustei muito ao ler sua carta contando o resultado da conferência para autorização de um projeto para o São Lucas. Estas coisas acontecem sempre porque, por falta de costume, quem constrói, nem sempre avalia o plano de como deveria fazê-lo. Se eu insisto em aconselhá-lo mais uma vez para que consiga um arquiteto para dirigir os trabalhos de seu hospital, não é somente porque desejo muito trabalhar para um hospital modelo, mas porque, e principalmente porque, não posso crer que uma obra, da importância da sua, possa nascer sem estudo prévio. É vezo brasileiro fazer as coisas sem plano inicial perfeitamente elaborado; quando se pergunta sobre como ficarão estes e aqueles pormenores, a resposta é sempre a mesma: Ah! Isso depois, na hora, veremos.

Assim fazem-se as casas, os prédios, as cidades; nesse empirismo vive a lavoura, a indústria e o próprio governo. O planejamento, mercadoria altamente valorizada em todo mundo para qualquer realização, não encontrará entre nós o ambiente propício enquanto nós moços não nos capacitarmos da sua necessidade imprescindível. Poderia continuar conversando com você sobre a grande vantagem de planejar com antecedência, até amanhã, sem esgotar todos os argumentos e provavelmente terminaria por dizer que é até demonstração de patriotismo e inteligência. Mas com isso não convenceríamos ninguém; talvez muito mais vantajoso seria confinar a discussão entre os limites das vantagens particulares, individuais de aplicar o método. Então vejamos. A pergunta é sempre a mesma; -"que vantagem poderíamos ter em gastar CR$ 65.000,00 em um projeto somente? O projeto não é o prédio; muito pelo contrário, somente uma despesa a mais! Contratando a construção o projeto viria de graça, feito pelo próprio construtor e nós economizaríamos 5% sobre o valor do prédio. Com esses 5%, no caso de querermos gastá-lo, até poderíamos melhorar algumas condições do edifício; enriquecer alguns materiais etc..."

Garanto que os argumentos acima lhe foram expostos mais de uma vez. São os que sempre vejo empregados em ocasiões dessas e nunca mudam. São também os mais fáceis de rebater e os menos inteligentes.

Senão vejamos: "...O projeto sempre custa alguma coisa. O construtor que o fizer terá, sem dúvida que empregar engenheiros e desenhistas para isso. Terá de empregar gente para calcular concreto, para calcular aquecimento, eletricidade, etc... O construtor cobrará essa despesa do proprietário através da comissão para a construção. Tanto isso é verdade que, se você apresentar aos construtores um projeto completamente pronto, ele cobrará percentagem menor para a construção porque dirá, "não terei despesas no escritório". Suponhamos que a taxa de honorários para a construção seja de 10 a 12%, inclusive o projeto. Se você der o projeto, encontrará quem lhe faça por 6 ou 8%. Daí você conclui que o projeto que você pagou ao arquiteto 5%, já representa nessa ocasião somente 1% ou 2% a mais do que o preço geralmente previsto.

Mas eu desejo provar que o plano geral, feito com antecedência, é economia e não despesa. Então vamos continuar. Ninguém pode negar, nenhum construtor, nenhum cliente, que o projeto feito pelo técnico, contém em si uma previsão maior dos diversos detalhes do que o projeto rabiscado pelo construtor e verificado pelo proprietário. Faça uma experiência. Tome um plano que esteja em início de construção e pergunte a quem o dirige: por onde passam os canos de aquecimento? Por onde passam os canos de esgoto? O senhor vai fazer antes isso ou aquilo? Garanto que não sabem.

Responderão: "provavelmente passarão por aqui ou ali, farei isto ou aquilo antes. Se na ocasião de executar um serviço, verificar-se um contratempo qualquer, um cano que não pode passar porque tem uma porta, um esgoto vai ficar aparecendo no andar de baixo; o construtor resolve em função do problema, no momento. Ele dá voltas com o cano ou faz um forro falso para esconder o esgoto que iria aparecer em baixo. Entretanto se isso tivesse sido previsto, não precisaria de forro falso ou qualquer outra coisa. No papel, teria sido procurada e encontrada a solução mais econômica, para o caso, a mais bonita.

Consulte um construtor experimentado ou alguém que já tenha construído e todos serão unânimes em contar-lhe pequenas calamidades que apareceram. Eu já ouvi diversas vezes, por exemplo: "Quando colocamos as fundações no terreno nós vimos que o quarto ficaria enterrado. Então levantamos as fundações mais cinqüenta centímetros para dar certo. Por isso deu uma escada na entrada e ficou com um porão, etc... Se você calcular quanto mais caro ficou a imprevisão, você verá a vantagem de ter um projeto estudado. O arquiteto teria dado uma disposição diferente nos cômodos de maneira que o tal quarto não ficasse enterrado, sem ter que aumentar as fundações e assim economizaria o dinheiro com o qual se faria pagar.

Se o proprietário não ganhasse nada, ainda teria para si uma solução melhor e um motivo para valorizar seu imóvel. O construtor por exemplo não projetaria as instalações elétricas. Ele chamaria um instalador "prático" e o homem disporia a coisa à sua vontade. Usaria os canos que ele quisesse e os fios que achasse melhores. Bem curioso, não é ? Poucos entendem disso e ninguém iria fiscalizar o homem. Acontece, porém que os fios, quando são fios demais em relação à corrente que transportam, dão muitas perdas, e essas se traduzem em despesa mensal maior de energia para você durante os 50 ou 100 anos de funcionamento do hospital; assim você pagaria 100 vezes um bom projeto de distribuição de eletricidade. Estou apenas repetindo casos cotidianos.

Do funcionamento do hospital ainda mais, o construtor provavelmente não entende e nem terá tempo suficiente para estudar. Ele não é especializado em hospitais porque isto é Brasil e depois não estudam porque não é o seu métier. Ora, assim sendo, ele vai confiar em você. Você conhece hospitais já feitos e em funcionamento, como hospitais, não como construções. Os seus preconceitos, a respeito, o construtor repetirá com o dinheiro de seu bolso. As soluções que, para alguns casos que você viu, são soluções econômicas poderão constituir soluções caríssimas, no seu caso. Rematando, sua casa de saúde não teria o melhor aspecto porque faltou um artista.

Arquitetura, é construção e arte. Arte. Arte não tem livro de regulamento que ensine. Nasce dentro de cada um e desenvolve-se como conjunto de experiências. Procure um homem que possa das à sua casa de saúde, além das características de um hospital eficiente pelo perfeito planejamento das diversas sessões, um valor artístico indiscutível.

O valor artístico é um valor perene, enorme, inestimável. É um valor sem preço e sem desgaste. Pelo contrário, aumenta com os anos à proporção que os homens se educam para reconhecê-lo. O valor artístico subsiste até nas ruínas. Os anos correm e desgastam o material, enquanto valorizam o espiritual.

Com a consciência limpa termino minha proposta. Está em suas mãos a responsabilidade de decidir entre os caminhos. De um lado eu me coloco, não só, mas como representante dos arquitetos brasileiros, defendendo a economia, a ordem e acima de tudo, o futuro. De outro lado, o empirismo, a reação, a imprevisão.

Qualquer solução que você venha a dar não mudará as relações entre nós, nem sua opinião futura sobre o que acabo de escrever. Se o prédio for bom, bem projetado, bem planejado, por um bom arquiteto, você gostará, todos gostarão; se ele não prestar, se custar muito, se não funcionar, ser for feio ou sem personalidade, sem valor artístico, sem plano nenhum, o resultado será o mesmo. Em todos os dois casos você adquirirá experiência e acabará por trabalhar sempre do meu lado e com os meus argumentos. Nós venceremos sempre como eu queria demonstrar.

Pague pois o que eu pedi. É pouco em relação às vantagens futuras. Ou não pague, e as vantagens serão as mesmas, para a sociedade evidentemente, não para você.

Com um abraço afetuoso do amigo certo,

Vilanova ArtigasSão Paulo, julho de 1945

Carta retirada do livro Vilanova Artigas Série Arquitetos Brasileiros, paginas 49, 51 e 52

COMO CONTRATAR UM ARQUITETO?

O arquiteto freqüentemente trabalha em equipe, responsável pelo desenvolvimento do serviço a ser contratado.

Na contratação do arquiteto, é necessário a existência de um contrato e/ou uma proposta com aceite-se; onde deve estar discriminado uma serie de informações:
O objeto do serviço A localização do objeto O escopo do serviço As etapas do serviço, cronograma e prazos de entrega do serviço O valor e a forma de pagamento do serviço Eventuais procedimentos de reajuste Multas e encargos por não cumprimento ou interrupção do serviço
Serviços não inclusos.

O IAB-SP fornece a seus associados um contrato padrão como referência para uso.

Valores

A remuneração do arquiteto pode se dar de duas maneiras:

Valor de horas gastas pelo custo homem/hora

Custo proporcional ao valor estimado da obra

O Instituto de Arquitetos do Brasil recomenda a utilização do custo proporcional ao valor estimado da obra, por ser uma alternativa comumente utilizada no mundo todo e representar equivalentemente um valor proporcional ao serviço a ser executado.

O IAB disponibiliza a seus associados um Tabela de Honorários como referência a ser utilizada com respectivo, o serviço a ser cumprido.

O PROJETO DE ARQUITETURA

O projeto arquitetônico é uma das etapas de um projeto de edificações, definido por uma norma brasileira da ABNT, especificamente, a NBR 13.531 e NBR 13.532.

Essas normas especificam muito bem o serviço do arquiteto.